Jiong Xingren: Um bigode falso para esconder o aparelho, mas que fez Taiwan começar a pagar por conhecimento

Yu Yue, de autora de blog que escrevia críticas de cinema há anos, tornou-se uma das primeiras YouTubers de conhecimento de Taiwan. Com bigode falso, resenhas de livros e uma postura de storytelling que não se coloca como professora, ela tateou o valor da criação de conteúdo, e o sucesso do financiamento por assinatura acabou por questionar a autonomia do criador. Este artigo parte do cruzamento entre blog, crítica cinematográfica, leitura, arrecadação e promessa de conteúdo para entender como os primeiros influenciadores de conhecimento de Taiwan estabeleceram seus métodos de trabalho e limites.

Resumo de 30 segundos: Jiong Xingren não aprendeu primeiro a agradar o público para só então se tornar uma das primeiras YouTubers de conhecimento de Taiwan. Ela primeiro levou seus mais de dez anos de escrita de crítica cinematográfica para a frente das câmeras, e depois usou o bigode falso que originalmente usava para esconder o aparelho, construindo uma posição de storytelling que não se veste de autoridade. Seu canal provou que o público de Taiwan está disposto a pagar por conteúdo, e ao mesmo tempo expôs os dilemas que o modelo de assinatura impõe à autonomia criativa.

Feira Internacional do Livro de Taipé 2024, simbolizando o percurso de conteúdo de Jiong Xingren da leitura e storytelling à publicação

Legenda da imagem: Esta não é uma foto da própria Jiong Xingren nem de suas atividades, mas uma foto de ambiente da Feira Internacional do Livro de Taipé com licença livre, usada para mostrar o cenário de leitura e publicação onde ela cria há muito tempo. A autora da imagem é o Palácio Presidencial, licenciada sob Creative Commons Attribution 2.0 Generic, detalhes originais em página da imagem no Wikimedia Commons. A imagem usa hotlink do Wikimedia Commons; este artigo não baixou nem re-hospedou a imagem.

Em 2013, Yu Yue levou para o YouTube o hábito de anos de escrever críticas de cinema. Não começou com uma produtora totalmente equipada, mas sim transformando seu jeito de assistir filmes, ler livros e organizar 자료 em uma voz que pudesse ser ouvida. Em 2014, seu vídeo comentando Frozen (《冰雪奇緣》) se aproximou de um milhão de visualizações, e o bigode falso deixou de ser um acessório temporário para esconder o aparelho e virou a marca que o público guardava dela. 1

O mais contra-intuitivo desta história não é "alguém que lê muito virar influenciador". O que realmente vale registrar é que ela não se embalou como uma mestra inalcançável. Ela diz que não faz resenha de livros, mas "storytelling" (說書), e quer baixar a postura para se tornar amiga de quem ama livros. 2

📝 Nota da curadoria: Histórias de influenciadores são fáceis de escrever como curvas ascendentes de tráfego. A curva de Jiong Xingren se parece mais com um caminho que muda de direção repetidamente: blog, crítica de cinema, resenha de livros, financiamento por assinatura, e depois a volta para perguntar o que ela realmente quer fazer a longo prazo.

O bigode falso não é persona, é uma porta de entrada

Antes de Jiong Xingren começar a gravar vídeos, ela já escrevia críticas de cinema há mais de dez anos. Esse trabalho textual a familiarizou com como descrever os pontos fortes e fracos de uma obra, e lhe ensinou que criticar não é gritar suas preferências, mas organizar a experiência de assistir em palavras que o outro consiga segurar. Após 2013, ela trocou esse trabalho de organização por comentários falados, construindo seu canal passo a passo. 2

O motivo original do bigode falso era pequeno: esconder o aparelho. Mas um pequeno adereço, uma vez memorizado pelo público, deixa de ser disfarce e vira uma porta de entrada fixa. Óculos de armação preta, visual neutro, voz grave e bigode falso deram a ela, numa época em que o YouTube de Taiwan ainda não tinha uma ideia clara de profissão, um reconhecimento que não dependia de cenários luxuosos. 1

Um artigo de carreira republicado pela Kan Magazine (《看雜誌》) remonta que ela começou a manter um blog em 2005, chegou a assinar RSS de centenas de sites, lia quase mil artigos por dia, traduzindo ou sintetizando novidades de sites em inglês e japonês. Após começar a compartilhar comentários em vídeo em 2014, seu primeiro vídeo já tinha acumulado mais de 5.000 visualizações antes do segundo ir ao ar, e em três meses o canal passava de 10 mil inscritos. 3

Esses números não podem ser lidos como "basta ler muitos artigos todo dia para ter sucesso". Eles se assemelham mais a um registro de trabalho da criação na internet inicial: quando a plataforma ainda não tinha divisão de trabalho madura, o criador tinha que ser ao mesmo tempo pesquisador, editor, apresentador, editor de vídeo e seu próprio distribuidor.

A leitura antes do tráfego

Quando Jiong Xingren fala de leitura, fala da infância. Aos quatro anos começou a ouvir fitas de histórias; a mãe lia uma página do jornal e passava para ela continuar, e assim a alfabetização e a leitura se entrelaçaram às memórias de convivência mãe-filha. A entrevista da Parenting World (親子天下) escreve essa experiência como o ponto de partida interno de seu storytelling posterior, não como mero pano de fundo de sucesso. 4

Depois lançou o Jiong Storytelling (《囧說書》), onde cada episódio gasta uns dez minutos para apresentar um ou alguns livros. Ela diz que da seleção à edição podem se passar mais de trinta horas; pode ter lido cinco livros, mas no fim apresenta só aquele que realmente gostou. Essa proporção importa, porque mostra que storytelling não é jogar títulos e citações na tela, mas primeiro escolher, e depois transformar o motivo da escolha em conteúdo. 1

Seu guarda-chuva já teve Jiong Film Review (《囧星人影評》), Jiong Knowledge (《囧知識》), Jiong Storytelling (《囧說書》), Jiong Star Q&A (《囧星 Q&A》) e Jiong Star Life (《囧星生活》). Os conteúdos que davam lucro eram frequentemente usados para sustentar os mais de nicho, que não necessariamente recuperavam o custo de imediato. Esse arranjo fazia seu canal parecer menos uma loja de produto único e mais uma revista mantida por várias seções. 2

Ela também não se posiciona como mentora. A entrevista da Women's Fan (女人迷) registra que ela estudou programas de conhecimento da China, sabe que o orador precisa acreditar em si para que o público acredite no conteúdo, mas ainda assim quer se colocar como amiga da audiência. 2

📝 Nota da curadoria: "Amiga" não é uma autoridade mais leve, é outro tipo de responsabilidade. A amiga pode explicar coisas complexas em linguagem simples, mas não pode fingir que tem todas as respostas. A credibilidade de Jiong Xingren vem em parte justamente dessa autolimitação.

Da crítica de cinema ao storytelling, muda o meio, não a curiosidade

A reportagem da Business Weekly (今周刊) a descreve como alguém que foi de editora em editora e funcionária de escritório para criadora de mídia independente em tempo integral. No início, a receita de anúncios do YouTube mal dava NT$ 3.000 por mês; só depois de aumentar a frequência de postagens, a soma de divisão de anúncios, publis e colunas foi se aproximando do salário de um trabalhador comum. Esses dados nos lembram que canal visto e canal que sustenta nunca são a mesma coisa. 1

Não foi porque a crítica de cinema "parou de funcionar" que ela de repente virou resenha de livros. Entre crítica de cinema, resenha de livros e vídeos sobre temas sociais, sempre houve um método comum: pegar o material espalhado na obra, na notícia ou no livro, e reordenar numa trilha que o público consiga seguir. Seu trabalho não é digerir toda a complexidade pelo público, mas primeiro demonstrar como se aproximar da complexidade.

Em 2017, um artigo da Kan Magazine publicado pelo Escritório de Serviços de Emprego de Taipé (臺北市就業服務處) registra sua visão sobre produção de vídeo. Ela aponta que o texto comporta informação complexa, mas o vídeo sofre com voz, expressão, ritmo e duração. Ela chegou a fazer vídeos de bate-papo com baixa qualidade de produção, provando que bombar visualizações não é difícil, mas aquilo não era o conteúdo que ela queria fazer. 3

Há nisso uma teimosia que pouco combina com a lógica da plataforma. Ela sabe que tráfego pode ser desenhado, mas recusa igualar "consegue bombar" a "vale a pena ficar". O que ela realmente quer guardar são as resenhas de livros, as críticas de cinema e as obras que combinam com seu interior.

O conhecimento começa a ter preço

A partir de 2016, o Jiong Storytelling virou um caso público de financiamento por assinatura. A Business Weekly registra que, ao entrar no ar no PressPlay, o projeto arrecadou NT$ 200.000/mês em quatro horas, passando depois de NT$ 400.000/mês. O artigo republicado pelo Escritório de Serviços de Emprego de Taipé registra que o valor das assinaturas depois superou NT$ 430.000/mês, com mais de 1.600 assinantes. 1 3

Esses valores não são seu salário, nem significam que cada yuan vá direto para o sustento. O plano de assinaturas tem comissão da plataforma, recompensas, custo de produção e tempo de cumprimento. A reportagem da Business Weekly também nota que editoras forneciam listas de livros e patrocínio de alguns milhares por episódio, o que gerou dúvidas se seria publipost. Jiong Xingren respondeu que o objetivo do programa é promover a leitura, e a escolha dos livros segue o critério do que ela realmente gosta. 1

Aqui aparece uma mudança-chave na economia de criadores inicial de Taiwan. O público não apoia só assistindo, mas passa a usar o valor da assinatura para dizer "quero que este programa continue existindo". Esse dinheiro não compra um livro, compra o tempo do criador para seguir lendo, organizando e explicando.

Mas o pagamento traz compromisso. Quando o criador recebe a assinatura, precisa pensar se o conteúdo é aberto ao público ou feito especialmente para um grupo de patrocinadores. Uma análise pessoal de 2018 sobre financiamento por assinatura aponta que o fim do modelo por Jiong Xingren não necessariamente foi falha do projeto, e sim a descoberta de que os compromissos de assinatura iam limitando progressivamente a flexibilidade de outras criações. O artigo deixa explícito que é conjectura do autor, servindo só como observação externa, não como fala da própria Jiong Xingren. 5

📝 Nota da curadoria: "Taiwan começa a pagar por conhecimento" não é uma frase só de alegria. O pagamento faz o criador sobreviver, mas também cobra mais entrega. A importância de Jiong Xingren está em deixar essa contradição na mesa, em vez de só exibir prints de arrecadação bem-sucedida.

Como a confissão familiar vira linguagem pública

O conteúdo mais debatido de Jiong Xingren não é só livros e filmes. Após o caso Cheng Chieh (鄭捷) em 2014, ela produziu Hoje sem graça, Let's talk about love, onde expõe sua vivência no divórcio dos pais, nas mudanças de casa e na solidão do crescimento. The Reporter (報導者) registra que o vídeo teve enorme repercussão, e fez muitos espectadores levarem seus próprios temas familiares para os comentários e respostas. 6

A entrevista do The Reporter escreve que aos 7 anos ela foi com o pai viver em Shenzhen (深圳), e depois seguiu se mudando entre cidades e famílias. Aos 31, já tinha se mudado mais de 20 vezes. Ela se descreve como forasteira onde quer que estivesse, e essa experiência de não ter pertencimento estável virou depois o vocabulário com que entende solidão, família e temperamento de gênero. 6

Esses conteúdos pertencem ao seu relato em entrevistas e obras; não servem para que autores externos a diagnostiquem, nem para inferir talento criativo direto do trauma familiar. A leitura mais confiável é: ela escolheu organizar a experiência privada em linguagem pública, dando ao público chance de falar do que costuma ser impossível dizer.

A entrevista da Women's Fan publicada na CommonWealth Magazine (天下雜誌) registra que ela disse: "Não posso decidir como fui criada. Mas posso decidir que tipo de pessoa quero ser." Essa frase não é uma conclusão de cura completa, mas uma declaração de ir retomando aos poucos o comando da própria vida. 7

Sua história familiar, portanto, não é só matéria-prima de "sofrimento faz o sucesso". Se escrita assim, apaga o trabalho de anos de leitura, escrita, pesquisa, filmagem e diálogo com o público. O sofrimento explica por que ela se importa com empatia; não explica por que consegue sustentar a produção de conteúdo.

"Sucesso" não se mede só pela renda

Outro artigo especial da Women's Fan, escrito pela própria Jiong Xingren, trata do caminho de influenciadora. Ela aponta que o criador de internet, como qualquer trabalhador, precisa primeiro entregar valor ao mercado e contar com acúmulo de longo prazo para ser visto. Também alerta: muitos vídeos de menos de cinco minutos podem levar dezessete horas de produção; sem tráfego, o resultado criativo vira praticamente doação gratuita ao público. 8

Ela descreve o amor pelo ofício de forma nada romântica: amar é estar disposta a fazer mesmo carregando o corpo cansado, sem receber. Não é incentivar trabalho grátis indefinido, mas apontar que quem aguenta a fase inicial costuma ter uma razão interna não totalmente ditada pelo tráfego. 8

Ela também não define sucesso como ganhar o máximo. Na entrevista da Women's Fan, diz que está mais para "fazer o que gosta", mas admite que está longe do ideal de manter relações harmoniosas com quem a cerca. Esse tom de não se apressar em se empacotar como "bem-sucedida" mantém sua história com partes inacabadas. 2

Páginas de autoapresentação posteriores a descrevem como criadora que toca YouTube, Facebook, Instagram, Podcast e newsletter ao mesmo tempo, e revisitam o financiamento do Jiong Storytelling e a transição de carreira de longo prazo. Essas páginas de primeira mão servem para entender como ela se descreve, mas seus números de assinantes, renda e conquistas profissionais ainda devem ser cruzados com reportagens da mídia. 9

Da câmera de volta ao texto

Dados de publicação da Eslite (誠品) online mostram que Yu Yue se afastou da internet e da vista pública em 2019, e ao recomeçar em 2023 escolheu o texto, não o vídeo, como porta de entrada. Ela organizou essa virada no livro Poder da Escrita sem Fronteiras (《無界文字力》), falando de escrita, divisão de receita de plataformas, modelo de assinatura e monetização de conteúdo. Essa direção posterior se conecta à sua experiência inicial de blog: quando o vídeo deixa de ser a única forma de trabalho, o texto volta a ser o chão comum de pesquisa, pensamento e renda. 9

No seu perfil About, lista trajetória que vai de arte-finalista de publicidade, planejamento de redes sociais, editora, engenheira de sites a colunista de crítica de cinema — mostrando que "Jiong Xingren" nunca foi só um papel diante da câmera. Ela também mantém Podcast e newsletter, devolvendo livros, sociedade e visões de mercado a um fio textual mais longo. 9

Essa virada merece entrar no seu relato inicial de influenciadora. Olhando só o período YouTube, Jiong Xingren parece uma figura de linha única que vai da crítica de cinema ao storytelling. Incluindo o trabalho textual posterior, descobre-se que ela sempre testou a mesma pergunta: como transformar conhecimento complexo na própria linguagem, e depois achar quem queira ler ou ouvir por muito tempo.

A questão que um bigode deixa

O que Jiong Xingren representa não é só um nome entre os primeiros YouTubers de Taiwan. Ela trouxe a leitura de texto longo da era dos blogs para o ritmo de curtas do YouTube, e transformou a visualização do público em apoio por assinatura. Não transformou conhecimento em apostila fria, mas fez crítica de cinema, resenha de livros, confissão familiar e conversa de vida compartilharem a mesma voz.

Essa voz às vezes é afiada, às vezes cansada, às vezes incerta. Não cabe no imaginário de "influenciador tem que ser sempre energia positiva", e justamente por isso deixa o público ver o criador tateando: como falar de livro sem fingir que sabe, como aceitar publipost sem esvaziar o conteúdo, como receber patrocínio sem se trancar na promessa.

Quanto à controvérsia posterior de licenciamento e plataforma, a SET News (三立新聞網) noticiou um artigo que apareceu numa plataforma da China com a frase "vindo da China Taiwan"; Jiong Xingren esclareceu que o texto foi emitido pela empresa MCN que gerenciava o licenciamento da obra, sem discussão prévia com ela. O episódio cabe ser lido como o risco de o criador perder o controle do contexto textual ao entregar a obra a plataformas ou empresas. O doxxing e as especulações familiares na reportagem não devem basear os fatos deste artigo. 10

📝 Nota da curadoria: Se olharmos só o valor arrecadado, Jiong Xingren parece um caso de sucesso comercial. Se olharmos só a história familiar, ela vira uma pessoa ferida. Colocando as duas no fluxo de criação, vê-se o traço verdadeiramente taiwanês: como alguém tateia, entre blog, YouTube, editora, plataforma de arrecadação e público, "do que posso viver, e o que não quero perder".

Seu bigode falso afinal não era mais só o acessório que escondia o aparelho. Lembra que o reconhecimento na rede pode nascer de uma brecha minúscula. O que fica, porém, não é o bigode em si, mas a disposição dela de seguir entregando ao público leitura, perguntas e respostas incompletas para exame.

Leitura complementar

Referências

  1. Business Weekly: Funcionária de 35 mil vive de storytelling de nicho na internet faturando 400 mil/mês — por que a "Oprah de Taiwan" Jiong Xingren explodiu? — Reportagem de perfil de 2017, verifica o início na crítica de cinema de Jiong Xingren, a origem do bigode falso, renda do YouTube, valores de assinatura no PressPlay e modo de produção do Jiong Storytelling.23456
  2. Women's Fan: Sou YouTuber de idade avançada! Entrevista com Jiong Xingren: "O sentido da vida é buscar a felicidade" — Entrevista de perfil de 2017, verifica seu posicionamento de leitura, seções do canal, autodescrição sobre família e temperamento de gênero, e como ela entende sucesso.2345
  3. Escritório de Serviços de Emprego de Taipé: Olhando a YouTuber de conhecimento Jiong Xingren "contar" — Republicação de 2017 de artigo da Kan Magazine, verifica experiência com blog e RSS, números iniciais de vídeo, tráfego e escolhas de conteúdo, e o fio da carreira no financiamento por assinatura.23
  4. Parenting World: Jiong Xingren: Quero achar nos livros alguém mais azarado que eu — Artigo de perfil de 2017, verifica sua leitura na infância, memórias de leitura familiar e como a leitura virou pano de fundo da criação posterior.
  5. Medium: Breve conversa sobre financiamento por assinatura (1): como entender "Jiong Xingren parou com assinaturas"? — Artigo de análise pessoal de 2018. O texto separa claramente a conjectura do autor da fala da parte envolvida; este artigo só o usa para entender o debate externo sobre assinatura e autonomia criativa.
  6. The Reporter: Entrevista com Jiong Xingren — A ferida do estrangeiro, a reconciliação silenciosa — Entrevista profunda de perfil de 2017, verifica sua migração familiar, escala inicial do canal, Hoje sem graça, Let's talk about love e cenas de reconciliação. Conteúdos sobre família e saúde mental limitam-se ao relato da parte e ao escopo da reportagem.2
  7. CommonWealth Magazine: Influenciador não precisa agradar, YouTuber de idade avançada Jiong Xingren: Sem dinheiro também vou ser teimosa — Reportagem de perfil de 2018, página de publicação da entrevista da Women's Fan, verifica suas falas diretas sobre postura de storytelling, leitura, temperamento de gênero, experiência familiar e autonomia criativa.
  8. Women's Fan: [Artigo de Jiong Xingren] Caminho de influenciador é duro, sem coração verdadeiro não aguenta — Artigo especial de 2017 escrito pela própria Jiong Xingren, verifica sua visão em primeira pessoa sobre valor da criação na internet, tempo de produção, tráfego e paixão.2
  9. O Texto e o Capitalismo de Jiong Jiong: About — Página de autoapresentação da própria Jiong Xingren, lista seus canais, newsletter, trajetória e retrospecto do financiamento por assinatura. Este artigo só a usa para posicionamento próprio e complemento de situação atual; cifras comerciais seguem cruzadas com reportagens da época. A virada textual posterior também consulta a página de detalhes de Poder da Escrita sem Fronteiras na Eslite online para apresentação de autor e conteúdo, mas essa página de produto não entra na contagem total de notas de rodapé do artigo.23
  10. SET News: Jiong Xingren "vindo da China Taiwan" vira alvo de deboche; internautas fazem doxxing e identidade "incrível" da madrasta — Reportagem do incidente de 2018, verifica a controvérsia do artigo na plataforma da China e o esclarecimento de Jiong Xingren sobre publicação pelo MCN. Este artigo não adota o doxxing nem as especulações familiares não independentemente verificados.
Sobre este artigo Este artigo foi elaborado de forma colaborativa pela comunidade, com auxílio de IA na redação e revisão.
Palavras-chave
Jiong Xingren Yu Yue YouTuber storytelling leitura mídia independente
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